27.4.09

To do, or not to do...

Tinha havido um período de maior turbulência ocupacional. Sim, uma expressão que parece vinda da boca de um qualquer catedrático contextualizada no campo das ciências sociais, ou qualquer coisa do género, mas que no fundo só representa um período de tempo em que se esteve ocupado.
De qualquer modo, esse período tinha-lhe reavivado a alma, qual fénix renascida das cinzas; por mais que não fosse pelo simples facto de a ter conhecido. Ele já a tinha visto, apreciado e inclusivamente já tinha mantido uma relação íntima o suficiente para a aproveitar melhor, agora que lhe era dada uma segunda hipótese. A sua energia transformava-o, deixando-o sem fôlego, no entanto realizado. As condições que ela impunha, apesar de restritivas, motivavam-no.
Durante esse tempo turbulento, parecia que todo o seu ser tinha sido potenciado ao quadrado, apenas através da convivência entre os dois: ela proporcionava-lhe uma perspectiva da realidade há muito separada dele.

Mas, recorrendo a um cliché, tudo na vida tem um fim.

A turbulência ocupacional acabou por passar, fruto da força impiedosa do tempo, assim como ela.

Ele já passara por alguns desgostos, no entanto, nada o tinha precavido para tal situação. Nem um telefonema. Nem um bilhete. Ele pressentira o que acabaria por acontecer, mas estava cego, iludido.
Tão impiedosamente comete actos cruéis, como de seguida sara a mais profunda das feridas e pouco tempo demorou até encontrar outra... e que outra.
Um velho amor. Conhecia-a de trás para a frente. Mais fácil. Mais intuitiva. Mais sedutora. Mais perigosa. Num piscar de olhos estava completamente absorvido pelo seu charme.
Charme este que absorveu tudo o que tinha ganho durante "aquele" período.
Sentia o corpo oco, mas futilmente preenchido pela espantosa beleza exterior que a sua nova companheira lhe transmitia.
Eram invariável e desgostosamente inseparáveis.

Puta da Preguiça.

Volta Ocupação!

6.4.09

April's fool

E o primeiro post de Abril chega no dia 6.

Sobre este mês, destaque para o facto de, com as letras da palavra Abril, se poder escrever libra.

Muita baril, certo?

(Viram o baril...)

23.3.09

Paulo Bento, my role model

É só de mim, ou o Moutinho está a tornar-se numa réplica (em miniatura) do Paulo Bento?

Yo, yo, senhores passageiros...



Estilo.

Classe.

Andamento!

9.3.09

Flash news

Não tenho actualizado o blog porque...




não tenho tempo.

Sad, I am!


A sorte é que o meu amigo Chris Cornell decidiu vir cá a Portugal.
Ao Alive.

Happy, I am!

4.3.09

Para a próxima não te deitas debaixo do meu marido!

A nossa Carolina continua a ser um dos grandes focos de atenções nacionais.

Desta vez levou um estalo! Vá, um "estalo".

Mas vale a pena ver à mesma!!

Nem que seja só pelos insultos com o sotaque de bimbo.

Ou para ver a dita senhora - a "agressora", não a "badalhoca" - a dizer de sua justiça.


Resumindo: vale muito a pena!!

27.2.09

Ócio - a merecida confirmação científica

Na revista Sábado, na edição da semana passada, saiu um artigo que, digamos, me arregalou os olhinhos.

Só pelo título: Ócio beneficia a saúde.

A respectiva reportagem indicava que um estudo levado a cabo pelo Instituto de Estocolmo tinha provado que a inactividade aumentava entre 15 a 20 anos a esperança média de vida, relativamente àqueles que se matavam a trabalhar.

[Felizmente que o Manoel de Oliveira é um gajo que se farta de trabalhar, ou, provavelmente, ainda iríamos aturar os seus filmes até ele ter 183 anos...]

Isto, na verdade, não me surpreendeu muito.
Pelo contrário: primeiro, a confirmação que sou, de facto, um visionário com um elevadíssimo sentido empírico. Em segundo, que sempre vou cá ficar mais um bocadinho, só para ver até onde vai a destruição instigada pela mão daqueles "que se matam a trabalhar".



Entretanto vou esticar-me ali para o sofá, para tentar esticar ainda mais um pouco a minha esperança média de vida.