O meu marido quer que eu experimente uma "ménage a trois" com a minha irmã. O que devo fazer?
O seu marido é claramente doido por si. Não consegue fartar-se de si e por isso escolhe o que vem logo a seguir a si: a sua irmã. Isso servirá para fortalecer o vosso sentido de família. E porque não envolver também umas quantas primas nessa experiência? Se continuar apreensiva, então deixe-o ir sozinho com as suas familiares, compre-lhe uma bela prenda, prepare-lhe um jantar digno de um príncipe e evite comentários acerca desta faceta do comportamento dele.
[Recomendado por Agv]
9.1.09
8.1.09
Do sono até à insónia...
Quando a Sónia não tem sono, a Sónia tem insónias.
Mas porque raio é que a Sónia não tem insono, que derivaria da palavra sono e que poderia muito bem significar falta de sono?
Será que o nome masculino equivalente a Sónia poderá ser Insono?
Terá sido por isso que o inventor da palavra insónia não escolheu insono como a palavra que designa a falta de sono?
Ou será que foi a Sónia que, num momento de puro egoísmo, inventou a palavra insónia numa homenagem a si própria e ao problema da falta de sono que ela própria sofria?
Pronto, já sei!
A culpa é dos latinos!
E daquela língua que me tentaram impingir e que muito me ensinou sobre o nosso português.
E que é sempre tão achincalhada.
Mas, aparte de tudo isso, posso divagar estúpida e inutilmente sobre o assunto à minha própria maneira?
Obrigadinho.
Mas porque raio é que a Sónia não tem insono, que derivaria da palavra sono e que poderia muito bem significar falta de sono?
Será que o nome masculino equivalente a Sónia poderá ser Insono?
Terá sido por isso que o inventor da palavra insónia não escolheu insono como a palavra que designa a falta de sono?
Ou será que foi a Sónia que, num momento de puro egoísmo, inventou a palavra insónia numa homenagem a si própria e ao problema da falta de sono que ela própria sofria?
Pronto, já sei!
A culpa é dos latinos!
E daquela língua que me tentaram impingir e que muito me ensinou sobre o nosso português.
E que é sempre tão achincalhada.
Mas, aparte de tudo isso, posso divagar estúpida e inutilmente sobre o assunto à minha própria maneira?
Obrigadinho.
1.1.09
30.12.08
Geek's martial art
Num confronto físico, um geek, em defesa pessoal, pega no rato óptico, vira-o ao contrário e aponta o laser aos olhos do atacante.
24.12.08
19.12.08
Estatísticas mundiais
Uma coisa que sempre me intrigou e fascinou foi saber se algum dia, a qualquer altura, uma pessoa pudesse, de alguma forma utópica e futurista, aceder a um arquivo com as suas estatísticas pessoais.
É claro que é uma coisa fisicamente impossível, a não ser que o Big Guy lá de cima resolvesse abrir uma secção de estatísticas pessoais e interpessoais com atendimento ao público.
Mas está visto que nem tão cedo ele nos fornecerá tal benesse.
Sim, esta coisa das estatísticas pessoais pode parecer fútil, disparatada e extremamente ridícula, mas a verdade é que seria algo, no mínimo, despertador de uma certa curiosidade.
Já dei por mim a pensar, por exemplo, quantos toques dei numa bola em toda a minha vida, quantos metros nadei, quantos caroços já engoli, qual a palavra que mais vezes escrevi, etc...
(Isto para não falar das mais bizarras que já me ocorreram, mas que, devido ao carácter íntegro e sério que este blog ainda contém, não me é permitido discorrer aqui e agora)
É um assunto para reflectir e talvez dar uma boa gargalhada.
Entretanto, enquanto isso não é possível, há quem se dedique às estatísticas de factos palpáveis, em áreas como a economia, educação, população, entre outras. Também acessível em português.
É claro que é uma coisa fisicamente impossível, a não ser que o Big Guy lá de cima resolvesse abrir uma secção de estatísticas pessoais e interpessoais com atendimento ao público.
Mas está visto que nem tão cedo ele nos fornecerá tal benesse.
Sim, esta coisa das estatísticas pessoais pode parecer fútil, disparatada e extremamente ridícula, mas a verdade é que seria algo, no mínimo, despertador de uma certa curiosidade.
Já dei por mim a pensar, por exemplo, quantos toques dei numa bola em toda a minha vida, quantos metros nadei, quantos caroços já engoli, qual a palavra que mais vezes escrevi, etc...
(Isto para não falar das mais bizarras que já me ocorreram, mas que, devido ao carácter íntegro e sério que este blog ainda contém, não me é permitido discorrer aqui e agora)
É um assunto para reflectir e talvez dar uma boa gargalhada.
Entretanto, enquanto isso não é possível, há quem se dedique às estatísticas de factos palpáveis, em áreas como a economia, educação, população, entre outras. Também acessível em português.
18.12.08
Faltas justificadas ou injustificadas
Uma das grandes vantagens deste blog ser denominado de ociosidade compulsiva, é, simplesmente, a não obrigatoriedade de postar regularmente.
E melhor ainda: não ficar com o sentimento de culpa, caso o mesmo aconteça.
E, se por mero acaso, alguém se quiser insurgir, a justificação está no título...
E melhor ainda: não ficar com o sentimento de culpa, caso o mesmo aconteça.
E, se por mero acaso, alguém se quiser insurgir, a justificação está no título...
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